José Manuel Fernandes**

As Povoações Principais

Santa Cruz e Praia são os dois núcleos urbanos marcantes da ilha Graciosa. Embora com características próprias muito distintas, ambas as vilas, sendo litorais e possuindo um significativo passado histórico e dimensão patrimonial, contribuem para a qualificação dos espaços públicos edificados desta comunidade insular.

A povoação de Santa Cruz da Graciosa constitui o principal lugar urbano da ilha, estando implantada na costa norte-oriental. Desenvolveu-se a partir dos meados do século XV, foi elevada a vila em 1486, e recebeu foral de D. Manuel logo em 1500. A sua implantação constitui, a par da da Ribeira Grande de São Miguel, a maior excepção ao povoamento urbano dos Açores, que quase sempre apresentam os núcleos mais significativos implantados nos quadrantes costeiros meridionais, de sul-poente e sul-nascente.

Talvez esta excepção se explique pela melhor acessibilidade marítima da recortada costa local, ou pela existência na proximidade de terrenos mais fáceis de ocupar, por serem planos e férteis – nesta ilha de reduzidas dimensões, e por isso com escassas alternativas. Tais aspectos podem ter ajudado a persistência e o singrar duma implantação urbana especial, excepcional no quadro insular açórico, como se disse.

Com dimensões modestas, mas com uma estrutura e forma urbana original, a bela povoação de Santa Cruz organiza-se segundo uma orientação sensivelmente de nascente-poente, estendendo a sua rede viária para Sul, “virando as costas”, de certa maneira, à agreste costa nortenha.
A partir da detalhada análise executada pelo arquitecto Paulo Gouveia, no seu estudo para o Plano de Salvaguarda da Vila, podemos considerar, por um lado, três fases no seu desenvolvimento urbanístico, e, por outro, a definição de três áreas urbanas caracterizadoras do seu tecido histórico principal:

“O assentamento original mais primitivo organiza-se a partir da primeira ermida de Santo André [demolida em 1844], localizada no que é hoje o Largo Conde de Simas [antigo largo de Santo André], progredindo como estrutura de vias paralelas até outro elemento urbano organizador, o Largo da Calheta. A via principal que ligava directamente estes dois pontos era a tradicional ‘Rua Direita’ [hoje rua Manuel Correia Lobão], que, como se sabe, estabelecia normalmente a ligação entre as ‘portas’ do aglomerado.” (cf. Gouveia, op.cit.)

Esta organização urbana, de desenho muito simples, é constituída por três ruas sensivelmente paralelas entre si (além da Rua Direita, a rua do Galeão / Capitão Francisco Pires de Ávila, e a rua do Boqueirão / Padre João / Comandante Carlos Pereira Vidinha), convergindo em dois pontos focais, os largos citados da Calheta e de Santo André – e formando assim, em planta, um contorno aproximadamente fusiforme, que corresponde historicamente a modelos urbanísticos da fase medievo-renascentista, patentes por exemplo nos contemporâneos traçados insulares de Vila do Porto (Santa Maria) ou da Povoação (São Miguel).
Um segundo tempo histórico, atribuído ao processo de urbanização de Santa Cruz, é mencionado por Paulo Gouveia:

Outro núcleo de casario começa entretanto a formar-se a Este, um pouco distante do primeiro, cujos elementos ordenadores são as ‘casas do Capitão Donatário’ e Igreja Matriz, de sistema construtivo mais nobre, e ainda a Ermida de São Pedro, pronta antes da matriz, a Igreja da Misericórdia e o Hospital que rematam o povoamento neste lado da Vila, por certo ligado ao caminho conducente à Vila da Praia e ao Porto da Barra, lugar importante ao tempo. Portanto, é naturalmente mais tarde que deles surgem registos históricos (finais do séc. XV).” (cf. Gouveia, op.cit.)

Sequenciais, estes dois pólos de urbanização terão definido a imagem urbana essencial de Santa Cruz, já bem conformada nos inícios de Quinhentos. Além deles, espacialmente implantado entre ambos, estruturou-se um elemento fundamental de ligação, o amplo e livre espaço público central, qual “rossio”, característico da tradição urbana portuguesa medievo-renascentista. Esta área nuclear da comunidade local desenvolveu-se a par do que poderíamos considerar uma terceira fase, mais periférica e de completamento, da formação urbana:

“Entre esses dois núcleos, ficam os pauis, de provável origem natural, certamente aproveitados pela urbe para cumprir uma determinada função, e à volta dos quais surge logicamente o ‘Rossio’.
Ainda nes
te período, a Vila cresce aparecendo o Largo de Barão de Guadalupe e a rua do Arrabalde, o Largo e rua do Corpo Santo e a antiga Rua da casa da Pólvora.” (cf. Gouveia, op.cit)

Ainda hoje o conjunto dos pauis e do antigo terreiro do rossio (a actual praça Fontes Pereira de Melo) constituem o espaço mais impressivo da povoação, com o seu cuidado ajardinamento de cariz romântico e a presença monumental das possantes araucárias.
Estes elementos e espaços são efectivamente bem representativos do papel central e cívico que o acesso à água gerou historicamente na parte baixa do povoado. Com eles nascia de modo orgânico o “sítio” cêntrico do povo, o lugar lógico e “natural” para reunião, e para sede provável do estabelecimento do poder municipal. A sede camarária surgia deste modo, em termos urbanos, a par do tanque ou do fontanário de abastecimento à comunidade (tal como, a outra escala, a Praça Velha de Angra do Heroísmo, na Terceira, está historicamente relacionada com a proximidade da Ribeira dos Moinhos).

A questão dos pauis e do abastecimento da água no lugar baixo e central da urbe torna-se, no caso da Graciosa, ainda mais pertinente, nesta ilha de escassa pluviosidade (precipitação anual média de 900 mm, ao contrário doutras ilhas açorianas, que registam valores acima dos 1.000 mm).
Estamos aqui na presença de um autêntico “urbanismo da água”, contribuindo para a definição do lugar central e cívico da principal vila da ilha – complementado e reforçado, no seu sentido funcional e geográfico, pela existência, noutras freguesias e lugares da Graciosa, de uma “arquitectura da água”, feita de grandes reservatórios, fontanários e lavadouros, que procuraram historicamente potenciar a pouca água disponível.
No decorrer dos séculos XVII e XVIII, a consolidação urbana da vila de Santa Cruz processou-se com a edificação de novos quarteirões, nas envolventes ou na continuidade do núcleo já antes definido, e pela lenta ocupação edificada ao longo de algumas novas ruas abertas no prolongamento do povoado – constituindo um espaço global preenchido por vários solares e casas nobres, dentro do gosto da “arquitectura chã” e do chamado “barroco açórico”. De mencionar ainda o papel das pequenas fortificações costeiras, junto aos espaços mais centrais (Santa Catarina), e a edificação, de sentido tão simbólico como de elevada dimensão paisagística, das ermidas de Nossa Senhora da Ajuda e de São João, no vizinho e sobranceiro Monte das Violas (Monte da Ajuda).
Refira-se ainda uma diferente leitura da evolução da estrutura urbana desta vila, que considera a área mais antiga do povoado sita a nascente, e a mais recente implantada a poente. Esta leitura, de caracterização mais genérica do que a ensaiada por Paulo Gouveia, atrás resumida, foi apresentada na obra Arquitectura Popular dos Açores (págs. 270-271):

Santa Cruz (...) volta-se de costas para o mar e projecta-se no interior do território, evidenciando a sua vocação agrícola (...) É das poucas povoações açorianas, com alguma importância, localizada numa costa norte. Constitui o centro administrativo e comercial da ilha, com um porto repartido por três ancoradouros situados em pequenas enseadas: o Cais da Barra, o primeiro a ser utilizado, implantado a oriente e ao abrigo da Ponta do Pesqueiro; o Cais das Fontainhas, mesmo no centro; e o Cais da Alfândega que, com a entrada em desuso do primeiro, veio a ser o mais importante e mais apetrechado. (...) a sua estrutura [da vila], ditada por exigências de articulação do Cais da Alfândega com o largo central, representa o compromisso entre um modelo inicialmente irradiante e uma malha linear que se desenvolveu para ocidente.(...) O núcleo mais antigo, a leste, esboça uma retícula em que sobressaem as igrejas Matriz e da Misericórdia, entre as quais sai a estrada que se dirige à parte oriental da ilha. O núcleo mais recente e mais densificado, a oeste, é constituído por uma malha de cinco ruas paralelas entre si e ao litoral (...) estas ruas, divergindo do largo, voltam a encontrar-se junto ao Cais da Alfândega, estabelecendo, assim, a ligação entre os dois principais pólos urbanos: o porto, junto ao qual se fixaram numerosas adegas e lagares, e o largo onde se localizam o comércio e os principais serviços.”

Para além das diferentes leituras evolutivas do tecido urbano que se apresentaram, é indiscutível, no que se refere à área histórica principal da Vila de Santa Cruz da Graciosa, a existência de dois pólos distintos e formalmente muito coesos: as cinco ruas a poente e o conjunto a nascente do largo central. O mais provável é que, numa leitura futura, se conclusiva, necessariamente mais informada documentalmente, haja que conciliar a hipótese de formação sequencial, de um ou de outro espaço urbano, com a sua possível gradual definição, e coexistência.

Em termos dos espaços urbanos da ilha, deve realçar-se também o núcleo da Praia, elevada a vila em 1546 (contava então 46 moradores; foi sede de concelho, extinto em 1867). Constitui uma singela mais elegante povoação, de estrutura linear, costeira, virada a nascente, e desenvolvida ao longo da pequena baía, a qual desenha uma suave curvatura. Com quase só uma rua paralela à via marginal e piscatória, esta estrutura singela articula os mais significativos edifícios e os espaços públicos, cívicos e religiosos. Registemos a descrição sucinta que dela faz a Arquitectura Popular dos Açores (págs 268-269):

Organiza-se a partir de uma via marginal, que constitui o eixo de uma incipiente estrutura urbana linear, de onde saem as pequenas transversais de ligação a uma rua secundária e interior. A rua principal bifurca-se, no seu extremo meridional, dando origem a um ramo que, cruzando-se com a rua interior, segue para o Sul da ilha. No cruzamento forma-se um largo desafogado onde se encontra a igreja de São Mateus. A marginal é constituída, no lado interno, por uma extensa banda de edifícios de dois e três pisos, com fachadas simples, bem ritmadas, formando um conjunto homogéneo. Do lado externo, está defendida por um muro de suporte. O porto, responsável pela animação urbana, localiza-se no extremo norte da baía.”

A Arquitectura

O concelho de Santa Cruz da Graciosa, que abrange toda a ilha, inclui alguns exemplos notáveis no que respeita aos seus espaços edificados, com relevo para a arquitectura religiosa, a doméstica (urbana, rural e vernácula) e a utilitária.
As igrejas e as capelas, nomeadamente as matrizes e o conjunto das capelas do Monte da Ajuda, representam bem a notabilidade do tema sacro; as casas urbanas solarengas da Vila de Santa Cruz, e vários exemplos de casas rurais de dois pisos, justificam a qualidade da arquitectura de habitação; e os diversos reservatórios, fontanários e tanques de água celebram a pujança da já mencionada “arquitectura da água” da ilha.
Na Vila de Santa Cruz podem destacar-se várias construções de índole religiosa, entre capelas e igrejas:

– A Igreja Paroquial de Santa Cruz, datando do século XVI, reconstruída e ampliada no século XVIII, que possui uma abóbada de nervuras em cantaria no seu baptistério, bem como um notável retábulo pintado sobre madeira, quinhentista, por Cristóvão de Figueiredo – para além dos altares em talha dourada, e dos azulejos parietais do século XVIII.

– A Capela do Monte da Ajuda, de impressiva implantação paisagística, é também uma original obra de Quinhentos, exibindo uma expressão exterior “fortificada”, dada a presença de contrafortes em posição angulosa, ao modo Manuelino. Interiormente contém temas desta época estilística, bem como azulejos datando dos meados do século XVIII. Uma abóbada Manuelina em pedra cobre a capela-mor. Esta original construção, envolvida e protegida por um murete, forma conjunto com os anexos e as antigas casas de romeiros, e ainda, em termos de paisagem, com as duas outras capelas, do Salvador e de São João – todas elas bordejando a cratera do Monte da Ajuda.

De mencionar ainda outros templos, como o da igreja da Misericórdia, no centro da mesma Vila.
Em termos da sua arquitectura doméstica, a vila possui alguns notáveis exemplares, marcantes sobretudo pelas suas decorativas fachadas, tirando partido estético do contraste entre o negro do basalto e o branco da caiação.
De facto essas casas urbanas, muitas de feição solarenga, apresentam com frequência o tema dos lintéis curvos nas fachadas, em pedra basáltica, interpretados como elementos definidores de ritmo e de decoração, em efeitos obtidos pela sua repetição e interligação horizontal ao longo das frontarias, quer sobre os vãos, quer, de modo contínuo, no seu prolongamento sobre as paredes entre-vãos.
Refiram-se dois exemplos, em casas junto ao jardim e pauis de Santa Cruz: a casa da Família Spínola e a casa de Francisco Barcelos. Paulo Gouveia, no trabalho citado neste texto, refere as várias casas nobres de Santa Cruz, mencionadas em função dos seus proprietários ou fundadores.
Outras obras arquitectónicas, mais recentes, merecem referência. Tal é o caso do bairro de casas económicas Conde de Simas, implantado à Barra, característico desta tipologia em Portugal, em meados do século XX.
Exemplos diferentes de intervenções, na fase de Novecentos, também são patentes na ilha, apresentando-se como obras interessantes sob o ponto de vista das infra-estruturas e dos equipamentos. É o caso da obra do Túnel rodoviário de acesso à Caldeira, datado de 1952/53, cuidadamente edificado em pedra; e o da portentosa coluna de escadas de acesso vertical, também em pedra, encastrado na famosa Furna do Enxofre, dos anos 1940-50.

Finalmente, a modesta mas festiva construção de apoio às Termas do Carapacho, de decorativa fenestração, completa este conjunto de referências.
É de mencionar ainda o Museu Etnográfico de Santa Cruz, instalado num antigo solar urbano, tendo sido adaptados os seus espaços internos (e com previsão de intervenção arquitectónica, para recuperação e ampliação, em curso), bem como o farol de vigilância costeira, na Ponta do Carapacho, na ponta sul da ilha. Este farol, edificado em betão armado, data de 1956, e apresenta o seu corpo elevado ritmado por pilares salientes, que exprimem bem a estética daquele material (embora mais simples, e de menores dimensões, insere-se na linguagem do farol da Ponta dos Rosais, em São Jorge). O outro farol a assinalar na ilha, sito na Ponta da Barca, é mais antigo, de 1930, e apresenta forma cilíndrica, dentro de uma expressão arquitectónica mais tradicional.
Já do século XXI, em Santa Cruz, destaquemos o Palácio de Justiça, obra recente e de expressão despojada, pelos arquitectos Jorge A. Palma e Susana Feijó.
A chamada “casa popular” apresenta na Graciosa um tipo original, dentro do modelo da casa açórica: a habitação tradicional era executada frequentemente com uma das águas da cobertura prolongada para trás, a cobrir anexos ou ampliações – em casas térreas ou de dois pisos. Grandes chaminés, ou “de mãos-postas”, ou em rudes volumes paralelipipédicos, também constituem um tipo formal que ocorria com frequência. A casa tradicional de feição popular, sobretudo patente no meio rural, nos meados do século XX, está descrita na obra citada neste texto, por Brum Ferreira, e encontra-se também analisada em pormenor na Arquitectura Popular dos Açores.
Em termos arquitectónicos, em relação à mais modesta Vila da Praia, podemos destacar a Igreja Paroquial de São Mateus, do século XVI, reconstruída no século XIX, com uma fachada neoclássica, recordando de algum modo as obras paladianas de Fabri no Algarve, e portanto fora da mais corrente tradição açórica; possui assinaláveis altares em talha. Também de referir é a igreja da Misericórdia da Praia, Oitocentista.

Outras obras de função religiosa assinaláveis são: a Igreja Paroquial de Guadalupe, de Nossa Senhora de Guadalupe, do século XVIII, com altares em talha dourada; a Ermida de Nossa Senhora da Vitória, do século XVII; e ainda a Igreja Paroquial da Luz.
É na chamada arquitectura de produção e armazenamento que a Graciosa exibe uma série de estruturas muito originais, e que no seu conjunto apontam para um legado significativo, disperso pela ilha, pertencendo à já referida “arquitectura da água”. Destaquemos:

as cisternas e fontanários, bem como alguns grandes tanques e reservatórios, que se implantaram ao longo dos caminhos e com acesso público, a céu aberto (por meio de balcões de acesso para recolha da água no muro de suporte, e com acesso em rampa para os animais);
– os grandes reservatórios fechados, enterrados, geralmente de gestão municipal, para armazenamento e distribuição pública da água. Estas estruturas apresentam um espaço interno paralelipipédico, dividido em várias naves, separadas por arcadas assentes em pilares quadrangulares, e com cobertura por abóbadas de berço rebaixadas. Por vezes incluem estruturas anexas, como lavadouros públicos e tanques, a céu aberto.

Exemplifique-se este tipo de construções, com os Tanques Velhos, de 1863, na Serra das Fontes; o Tanque do Atalho, de 1866, em Santa Cruz; e o Tanque Velho, de 1869, na Serra Branca. Um caso de tanque a céu aberto, mas não associado a reservatório, é exemplificado pelo tanque do Caminho do Tanque, no sítio da Luz.
Também se devem registar os chamados “poços de maré” (que ocorrem igualmente noutras ilhas mais secas, como no Pico), de que é exemplo, na freguesia de Guadalupe, no Caminho da Igreja, um recinto com a “boca” semicircular, murado, com acesso central.
Igualmente existem na ilha muitos chafarizes e bebedouros: caso do chafariz monumental da Praia, de 1864, com as armas reais (no largo Padre Dr. Manuel Rocha) – ou do chafariz do Caminho do Tanque, na Luz, de 1850 (o mais antigo datado na ilha). Ainda devem mencionar-se os tipos de peças mais correntes, dos finais do século XIX (como o da Lagoa, de 1896), e os do Estado Novo, já nos meados do século XX.

Bibliografia

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* Adaptação a partir do texto do autor para a Enciclopédia Açoriana, em 2007 e do da História Ilustrada da Arquitectura dos Açores, 2008.

** Licenciado em Arquitectura pela Escola de Belas Artes de Lisboa (1977). Doutorado pela Faculdade de Arquitectura de Lisboa (1993), onde é professor agregado desde 1999. Co-organizador do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa (em 1998).

O Inventário do Património Imóvel do Concelho de Santa Cruz da Graciosa
Graciosa, A Ilha Esquecida
Santa Cruz da Graciosa, O Concelho - Aspectos do Urbanismo e da Arquitectura
Arquitectura da Água na Ilha Graciosa
A Casa da Graciosa
Graciosa. Santa Cruz
Inventário do Património Imóvel dos Açores